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  • Thiego Souza

Terrorismo em Brasília: morador de Serrinha relata o que presenciou nos ataques ao Congresso

Advogado, que está na capital federal, contou o que presenciou no último domingo, 8.


Os ataques ao Congresso Federal e ao STF no último domingo, 8, deixaram muitos brasileiros preocupados com o que poderia ocorrer em Brasília. A depredação do patrimônio público foi lamentada por várias frentes e relatada por diversos ângulos. O lamentável fato foi acompanhado de perto pelo advogado Fernando Pereira, morador de Serrinha que está com a família na capital do país.


Em bate-papo com o Info Serrinha o advogado relatou o que presenciou e afirmou que houve conivência policial, que facilitou os atos antidemocráticos.


"Desde sexta que estavam chegando ônibus. Tinham cerca de 300 pessoas em frente ao Quartel General, mas a partir de sexta começaram a chegar ônibus e no sábado intensificou. Quando chegamos lá foi bem na hora que estavam soltando bombas, e muitas pessoas estavam retornando. Não tinha proteção nenhuma. Da Rodoviária até a frente do Ministério da Justiça, um trajeto que dá mais ou menos 1,5 km não tinha policiamento. Quando estávamos em frente ao Museu da República, passou um ônibus com policiais e eles buzinaram para os manifestantes em sinal de apoio. Só invadiram lá porque a polícia do DF permitiu", relatou.


De acordo com o advogado houve uma quebra de acordo entre o Ministério da Justiça e a Polícia do Distrito Federal. "O acordado entre as forças de segurança e o Ministério da Justiça era que não passasse ninguém da frente do prédio do Ministério da Justiça, que não acessassem a Praça dos Três Poderes para evitar esse tipo de vandalismo, só que a Polícia autorizou, ou seja, eles quebraram o plano de segurança e é isso que está se apurando, por isso o Alexandre de Moraes determinou o afastamento do governador Ibaneis, e o secretário de Segurança Pública foi exonerado".


De acordo com Fernando Pereira a invasão ocorreu inicialmente com pequenos grupos, e devido ao "efeito manada" os outros participantes acabaram acessando o local. "O que se percebe é que tem um núcleo de pessoas organizadas para fazer a baderna. Você percebe que tem uma pequena minoria que manobra a grande maioria, e são pessoas difíceis".


O advogado relatou como conseguiu acessar a Esplanada dos Ministérios. "Só acessamos porque estávamos vestindo amarelo. Falei com minha esposa para irmos assim porque se colocar qualquer sinal de vermelho eles querem agredir. Teve uma jornalista que foi abordada e tomaram o celular dela, apagaram os vídeos".


Para o advogado é preciso investigar os organizadores dos atos. "Agora é importante não só saber quem financiou, mas também quem organizou".




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