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Presidenciáveis lamentam assassinato de petista por apoiador de Bolsonaro

Guarda Municipal foi morto em sua festa de aniversário por apoiador de Bolsonaro; Tema do evento era Lula e PT.


Mais um episódio de violência política por apoaidor do atual presidente Jair Bolsonaro foi registrado no Brasil, dessa vez o guarda municipal da cidade de Foz do Iguaçu (SC) Marcelo Arruda foi morto a tiros por José da Roca Guaranho, que é apoiador do chefe do Executivo.


Horas após a morte de Marcelo Arruda, que foi morto em sua festa de aniversário que tinha como tema o PT e o pré-candidato Lula, os presidenciáveis se manifestaram nas redes sociais, lamentando o ocorrido e pedindo paz.


Lula lamentou o ocorrido e repudiou os discursos de ódio que vem sendo disseminados nas redes sociais. "Nosso companheiro Marcelo Arruda comemorava o seu aniversário de 50 anos com a família e amigos, em paz, em Foz do Iguaçu. Filiado ao Partido dos Trabalhadores, sua festa tinha como tema o PT e a esperança no futuro; com a alegria de um pai que acabou de ter mais uma filha. Também peço compreensão e solidariedade com os familiares de José da Rocha Guaranho, que perderam um pai e um marido para um discurso de ódio estimulado por um presidente irresponsável".


O pré-candidato Ciro Gomes afirmou que o ódio político precisa ser contido antes que novas tragédias aconteçam. "É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas. Que Deus, na sua misericórdia, interceda em favor de nós brasileiros, pacificando nossas almas, e traga conforto às duas famílias destruídas nesta guerra absurda, sem sentido e sem propósito".


Simone Tebet também lamentou o ocorrido e afirmou que essa violência preocupa a todos. "Adversário não é inimigo. Que o caso de Foz do Iguaçu/PR faça soar o alerta definitivo. Não podemos admitir demonstrações de intolerância, ódio e violência política. Me solidarizo com as famílias de ambos. Esse tipo de conflito nos ameaça enormemente como sociedade".


André Janones afirmou que a paixão política esta levando ao ódio e que a polarização está acabando com o detabe nacional. "O debate ideológico sem qualquer base racional leva a tragédia que vamos lamentar profundamente. Ninguém vai conseguir explicar essa paixão que leva um ser humano odiar o outro por convicções políticas diferentes. Hoje nós vamos lamentar, desejar condolências às famílias. Nós vamos esperar que a tragédia, a barbarie chegue dentro das nossas casa pra combatê-la? Essa idiotização (que muitos chamam de polarização) não pode prevalecer. O Brasil precisa cuidar dos seus problemas reais, não criar novos".


Já o presidente Jair Bolsonaro não citou diretamente o fato e nem lamentou o ocorrido, porém optou em afirmar que a prática da violência contra opositores é feita pela esquerda.

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