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  • Info Serrinha e Região

Ministro do Trabalho irá ouvir Conselho antes de decidir sobre futuro do saque-aniversário

Recurso extra estava sedo disponibilizado aos trabalhadores formais desde 2020.


Dinheiro extra no mês do aniversário do contribuinte, o saque-aniversário do FGTS pode deixar de existir. A medida foi colocada na mesa, porém o novo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que irá ouvir o Conselho Curador para tomar uma decisão.


"Evidente que não é canetada, nem canetada nem canelada, isso é um governo do diálogo, da negociação, de entendimento", disse em entrevista ao Jornal da Band.


Antes do saque-aniversário o FGTS era liberado aos trabalhadores em caso de desemprego, aposentadoria ou compra de casa própria. Com a liberação do recurso para outros fins cerca de R$ 35 bilhões foram injetados na economia desde 2020, ano de criação do benefício.


"Constitui uma poupança para o trabalhador na eventualidade do desemprego, para ele fazer a transição para o próximo emprego. O fundo tem um objetivo, é proteger através da poupança o trabalhador, e ser uma ferramenta para gerar empregos, a partir do investimento do fundo, investido em saneamento básico, em habitação, além de propiciar a possibilidade da casa própria, gera emprego", afirmou o ministro.


No saque-aniversário o empregado de carteira assinada tem direito a sacar até metade do total uma vez por ano, porém o valor é abatido e em caso de demissão sem justa causa o trabalhador recebe apenas a multa de 40%.

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