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  • Info Serrinha e Região

Live realizada por clínica em Serrinha aborda importância da campanha Setembro Amarelo

Dra. Adelaide Santiago comentou sobre a campanha contra o suicídio e afirmou que é possível identificar possíveis casos.


Marcado como o mês de prevenção ao suicídio, Setembro é voltado para ações e campanhas voltadas para combater e evitar esse mal que tirou a vida de muitas pessoas e que se agravou após o início da pandemia.


De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria o suicídio entre jovens de 15 a 29 anos foi a quarta causa de morte, perdendo apenas para acidentes de trânsito, tuberculose e violência interpessoal.


Em live realizada no início da tarde desta quinta-feira no perfil da Nonato Clínica Médica, a psicóloga Dr. Adelaide Santiago comentou sobre a questão do suicídio, e afirmou que existem maneiras de se perceber quando alguém pode estar agindo de maneira que futuramente pode chegar a ato. "A pessoa que pensa nisso sempre demonstra algumas falhas no comportamento, e se estivermos atentos a gente consegue ver os alertas, os pedidos de socorro que a pessoa vai aos poucos dando porque geralmente a pessoa quando tem essa vontade ela muda algumas atitudes".


A psicóloga apresentou algumas dessas mudanças. "A pessoa deixa de sair, deixa alguns comportamentos, as vezes deixar de se alimentar, as vezes pode deixar de se cuidar como fazia antes, e é importante notar que as vezes alguns casos, problemas durante a vida ocasionam essa desesperança".


Para Dra. Adelaide Santiago, é importante tratar abertamente sobre o tema pois ainda há um tabu a ser quebrado. "É importante se falar sobre isso porque ainda é um tabu. É um tabu por conta muitas vezes de religião ou porque a pessoa pensa que se falar com outra sobre o pensamento vai pensar que é fracassado, quando na realidade não existe o fracassar, existem problemas que são muito difíceis de carregar sozinho e a pessoa precisa encontrar alguém que esteja pronto para acolher sem julgamentos".


No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio. As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa-média renda (7,1% por 100 mil).


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