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  • Thiego Souza

Audiência Pública na Câmara de Vereadores de Serrinha tratou sobre a Lei Paulo Gustavo

Encontro contou com presença de representantes da Cultura de Serrinha.


Foi realizada na manhã desta quarta-feira, 17, em Serrinha, no Auditório da Câmara Municipal de Serrinha, uma Audiência Pública onde foram feitas escutas e ocorreram explicações sobre a Lei Paulo Gustavo.


Estiveram presentes na Audiência Pública a diretora de Territorialização da Cultura da Bahia, Jane Estrela, o secretário de Esporte, Cultura e Lazer de Serrinha, Adriano da Chapada, a coordenadora municipal de Cultura, Fernanda Borges, a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Brisa Rafaela, os vereadores José Reis, Alex da Saúde, Jota Filho, Ito Cardoso, Rose de João Grilo, Júnior Bigode e Edvaldo de Zé de Kelé, os assessores dos vereadores Ícaro Tolentino e Deca da Bela Vista, além de representantes da cultura de Serrinha e a sociedade civil.


A coordenadora municipal de Cultura de Serrinha, Fernanda Borges, enalteceu a Lei, que servirá para dar uma injeção de ânimo aos fazedores de Cultura do município. "Vamos acabar reanimando esse sistema, ressuscitar nosso sistema de cultura, os fazedores, e não podemos deixar morrer. A arte alimenta a alma, a cultura ela alimenta e traz à nossa História, nossa ancestralidade, vamos fortalecer nossos artistas, e é uma felicidade imensa ter esse aparato, essa Lei para fomentar esse sistema", disse ao Info Serrinha.



O secretário municipal de Esporte, Cultura e Lazer, Adriano da Chapada, comentou sobre a divisão dos recursos. "Achei errado nessa Lei é que 72% vai para audiovisual, então temos que ter cuidado e vamos trabalhar em cima da Lei, tenho uma cartilha do Ministério da Cultura e vamos segui-la".


Serrinha irá receber o valor de R$ 720.530,17, quantia essa que será dividida da seguinte maneira:


Apoio ao Audiovisual: R$ 381.737,17

Apoio às Salas de Cinema: R$ 87.256,27

Apoio à Formação e Qualificação: R$ 43.808,27

Demais áreas da Cultura: R$ 207.729,00


"A cadeia do Audiovisual é imensa. A gente já está prevendo documentários, clipes e tudo isso envolve outros artistas. Um exemplo, se alguém fizer um documentário sobre a cidade de Serrinha sobre os violeiros locais dentro do meu projeto vou premiar, vou pagar essas pessoas para que elas participem, então não é só o produto documentário, mas tudo que envolve. Dentro desse artigo do audiovisual temos três eixos de investimentos, então temos muitas possibilidade", explicou a diretora de Territorialização da Cultura, Jane Estrela.

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